ODS Santos inicia mapeamento de empresas vegetarianas e veganas em Santos

O Departamento de Políticas de Desenvolvimento Sustentável (Depods/OC), o Movimento ODS Santos e a GB Sustentabilidade anunciaram a realização de uma iniciativa conjunta voltada ao fortalecimento das práticas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

O levantamento pretende criar uma rede colaborativa que estimule a troca de experiências, amplie a visibilidade dos negócios e fortaleça o crescimento do segmento vegetariano e vegano em Santos. Restaurantes, lojas de alimentos, moda e cosméticos já compõem um ecossistema em expansão, que promove um estilo de vida ético e sustentável e contribui para a economia local.

Contexto nacional e global
O veganismo e o vegetarianismo deixaram de ser nicho e se consolidaram como movimentos de massa. Segundo pesquisa do IBOPE, cerca de 14% da população brasileira já se declara vegetariana, representando um crescimento de 75% em relação a 2012. Além disso, dados do Ministério da Economia mostram que o número de empresas com o termo “vegano” no nome cresceu mais de 500% na última década.

Esse avanço está diretamente conectado aos ODS da Agenda 2030 da ONU, especialmente nos eixos de Fome Zero e Agricultura Sustentável (ODS 2), Saúde e Bem-Estar (ODS 3), Consumo e Produção Responsáveis (ODS 12), Ação Contra a Mudança Climática (ODS 13) e Vida Terrestre (ODS 15).

Compromisso com sustentabilidade
O censo reforça o papel estratégico em promover iniciativas que unem empreendedorismo, sustentabilidade e inclusão social, consolidando Santos como referência regional em práticas alinhadas à Agenda 2030.

Participação
Empreendedores interessados podem participar preenchendo o formulário disponível neste link. Mais informações estão disponíveis em www.odssantos.com.br.

“A alimentação à base de plantas é importante porque hoje uma das formas mais eficazes de reduzir nosso impacto individual no clima é mudar o que colocamos no prato. A produção de carne e laticínios gera muitas emissões, ocupa grandes áreas de terra e está ligada ao desmatamento e ao uso intenso de recursos naturais. Ao priorizar alimentos vegetais, reduzimos emissões, preservamos florestas, diminuímos a pressão sobre os oceanos e tornamos o sistema alimentar mais sustentável. Além disso, por geralmente serem mais acessíveis e baratos, esses alimentos também ajudam no combate à pobreza e ampliam o acesso à alimentação de qualidade”, afirmou a bióloga, Victoria Dias.


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